
O fortalecimento do polo industrial e de logística de Campo Grande (MS) ampliou a construção de galpões de pé-direito duplo, centros de distribuição integrados e pátios fabris de grande porte. A segurança dos trabalhadores em tarefas verticais tornou-se prioridade regulatória máxima. A implementação de telas de proteção industrial representa o principal sistema de Proteção Coletiva (SPC) exigido pelas normas federais para mitigar riscos de queda de altura e proteger a integridade física de operadores nas áreas operacionais.
Em conformidade com a Norma Regulamentadora **NR-35** (Trabalho em Altura) e a **NR-18** (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção), qualquer atividade executada a mais de 2 metros do nível inferior que gere possibilidade de queda deve contar com sistemas de contenção de impactos. As redes de segurança industriais da UauTelas são testadas para suportar quedas de trabalhadores ou ferramentas sem romper, evitando tragédias nos canteiros fabris sul-mato-grossenses.
Principais Aplicações de Redes na Indústria e Logística
As redes de proteção desempenham papéis distintos no ambiente fabril, atuando como barreiras físicas em pontos críticos:
- Proteção sob Claraboias e Lanternins: Telhados industriais são superfícies frágeis. A fixação de redes horizontais sob aberturas de luz natural impede que técnicos de manutenção sofram quedas livres em caso de quebra de telhas de policarbonato ou fibrocimento.
- Proteção Perimetral em Mezaninos: Guarda-corpos abertos e plataformas de carga exigem vedação com redes de polietileno de alta resistência para impedir a queda acidental de ferramentas ou operadores sobre áreas de circulação do piso inferior.
- Divisórias de Carga em Porta-Paletes: Redes verticais instaladas nas faces traseiras das prateleiras de grande altura impedem que paletes e caixas deslizem e caiam sobre operadores de empilhadeiras.
Especificações Técnicas de Redes Coletivas Conforme ABNT NBR 16046
As redes industriais devem suportar ambientes químicos hostis, calor e poeira acumulada comuns no setor produtivo de Campo Grande. Os parâmetros mínimos de especificação incluem:
| Parâmetro de Segurança | Especificação Regulamentada (ABNT NBR 16046) | Benefício Prático Industrial |
|---|---|---|
| Resistência de Tração por Malha | Mínimo de 350 kg/m² de impacto cinético | Absorve a energia de queda de um trabalhador com equipamentos. |
| Aditivo Antioxidante no Fio | Proteção contra intempéries e vapores químicos | Evita a corrosão ácida por fumaça, gases industriais e poeira. |
| Tamanho da Malha (Grid) | Malhas de 5x5 cm ou 10x10 cm em polietileno virgem | Contém desde o operário até caixas de ferramentas pesadas. |
FAQ — Perguntas Frequentes
1. Como as normas NR-35 e NR-18 regulamentam o uso de redes industriais?
A NR-35 exige a instalação de Dispositivos de Proteção Coletiva (SPC) em qualquer atividade realizada a mais de 2 metros de altura onde haja risco de queda. A NR-18 determina especificações para redes de segurança em canteiros de obras e galpões para conter quedas de trabalhadores e ferramentas.
2. Qual é o tipo de fio ideal para redes de proteção industrial?
Recomenda-se o polietileno de alta densidade torcido, com nós reforçados e espessura robusta (fio 3.0 ou 4.0), além de malhas adaptadas ao risco específico (como 5x5 cm ou 10x10 cm), certificadas sob ensaios de impacto da ABNT NBR 16046.
3. Telas de proteção industrial ajudam a conter quedas de materiais e ferramentas?
Sim. Quando instaladas horizontalmente sob claraboias, passarelas ou mezaninos, as redes funcionam como barreiras coletivas que impedem que ferramentas ou entulhos caiam sobre operadores e maquinários no piso térreo.
Referências Oficiais e Governamentais
- Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — NR-35 Trabalho em Altura e NR-18 Construção Civil: www.gov.br/trabalho-e-emprego
- Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) — Certificação de Redes NBR 16046: www.abnt.org.br
- Fundacentro — Ministério do Trabalho — Manuais de Segurança e Saúde Ocupacional: www.gov.br/fundacentro