SAÚDE E PREVENÇÃO

Expansão Vertical em Três Lagoas Exige Rigor com NR-35 e Redes de Proteção Coletiva em Obras

A expansão vertical acelerada na construção de Três Lagoas exige conformidade estrita com a NR-35 e redes de segurança perimetral.

Por Eng. Carlos Eduardo • 6 de Agosto de 2026
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Edifício em construção em Três Lagoas com redes de segurança instaladas no perímetro externo da laje
O município de Três Lagoas, consolidado como a capital mundial da celulose, vivencia uma intensa fase de expansão econômica e verticalização civil. O surgimento de novos edifícios residenciais e comerciais de múltiplos pavimentos tem demandado rigor absoluto das construtoras no cumprimento das normas de segurança do trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. Acidentes graves decorrentes de quedas de altura são evitados pela implementação da **Norma Regulamentadora 35 (NR-35)** e pela instalação de sistemas de proteção coletiva, incluindo redes de segurança perimetrais em canteiros de obras de acordo com o Inmetro. Nas obras verticais, a queda de materiais (ferramentas, tijolos, blocos) e a queda acidental de operários durante a concretagem e reboco de periferia representam os maiores riscos operacionais. As redes de segurança tipo forca (sistemas de proteção de periferia do tipo V) atuam como anteparos que amortecem a queda de corpos e retêm detritos. A especificação dessas redes deve seguir as exigências da norma técnica **ABNT NBR 16046** e da **NR-18** (Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção). A instalação correta por profissionais habilitados, com suportes metálicos resistentes e malhas certificadas, protege os trabalhadores de Três Lagoas e evita pesadas penalidades e embargos fiscais.

Benefícios Técnicos da Solução de Proteção UauTelas

Quando se trata de segurança estrutural nas aberturas da casa, a especificação das telas deve seguir rigorosamente as normas técnicas vigentes e garantir durabilidade sob o clima severo de Mato Grosso do Sul. Nossas soluções oferecem:

  • Sistemas de Proteção Coletiva de Periferia: Redes perimetrais do tipo forca que envolvem o edifício em construção, absorvendo quedas de altura de operários.
  • Redes Tipo Forca com Amortecimento: Tecelagem especial em polietileno com alta absorção de impacto, minimizando lesões corporais em caso de queda.
  • Retenção de Detritos: Telas de proteção adicionais (tipo fachadeira) integradas para capturar pequenas ferramentas, pregos e resíduos de argamassa.

Tabela de Avaliação e Comparação de Métodos Protetores

Método AnalisadoGrau de Proteção FísicaDurabilidade e ResiliênciaImpacto à Saúde e Ecologia
Redes de Periferia Certificadas (NR-35 + NR-18)Máxima (Proteção de queda coletiva e retenção de detritos)Alta resistência mecânica e anti-intempériesExigida por lei nos canteiros verticais
Apenas Linha de Vida IndividualParcial (Protege apenas operários ancorados)Dependente da conservação do EPI do operárioNão retém queda de materiais ou ferramentas na via

Perguntas Frequentes Sobre Prevenção e Barreiras Físicas (FAQ)

1. O que exige a NR-35 em relação ao canteiro de obras verticais em Três Lagoas?

A NR-35 exige que todo trabalho em altura (acima de 2 metros de nível inferior) seja planejado, organizado e executado de forma segura por profissionais autorizados e treinados. Ela determina a priorização dos sistemas de proteção coletiva (como redes de periferia e guarda-corpos) em detrimento dos sistemas de proteção individual.

2. Como funcionam as redes de segurança tipo forca na periferia das lajes de edifícios em construção?

As redes tipo forca são montadas em suportes de perfil metálico projetados para fora do edifício em formato de forca. A rede de polietileno é esticada entre esses suportes nos pavimentos inferiores ao que está em obras. Em caso de queda acidental de operários ou ferramentas de pavimentos superiores, a rede atua como uma barreira que amortece o impacto.

3. Quais as penalidades para construtoras que descumprem o uso de redes perimetrais em obras em MS?

O descumprimento das exigências de proteção coletiva da NR-18 e NR-35 pode acarretar multas administrativas aplicadas pelo Ministério do Trabalho, embargo imediato da obra, interdição do canteiro de construção e responsabilização civil e criminal em caso de acidentes de trabalho graves ou fatais.

Referências Oficiais e Científicas

  • Eng. Carlos Eduardo — Diretrizes Preventivas de Epidemiologia e Saneamento do MS:Ministério do Trabalho e Emprego
  • Ministério da Saúde do Brasil — Caderno de Saúde Ambiental e Prevenção às Arboviroses:www.gov.br/saude
  • Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) — Normas de Telas e Redes de Proteção Residencial NBR 16046:www.abnt.org.br
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